domingo, 19 de abril de 2009

Dia do Índio

Quando era pequena, e porque os meus dois irmãos também o eram frequentemente de brincadeiras, costumava ser índia na guerra contra eles, os cow-boys. Se me custou muito decidir se era do Benfica ou do Sporting (teve de ser pelo método um-dó-li-tá, sagrou-se o Benfica e fiquei com o caso resolvido até hoje), ser índia foi sempre uma opção primeira e, por sorte, mais ninguém o queria ser... Umas vezes ganhavam uns, outras ganhavam outros, tal qual como nas histórias de banda desenhada e nos filmes...

Ainda hoje sorrio a esta opção de alma, tendo em conta todo o meu percurso de vida e as escolhas que tive de ir fazendo: acabei por me cruzar com os "índios"

através do Padre António Vieira, na investigação antropológica e até na indumentária que ainda hoje me fascina (sobretudo as cores que me lembram papagaios, araras, canela, açafrão, viagens, calor, sol, banhocas nos rios...) e, por isso, escolhi como ilustração umas crianças índias que... são o que são... e o que os nossos olhos vêem...

(sobre o resto, não falo...)



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