Lálálálálálárilálá... oh cachopa se queres ser bonita arrebita arrebita arrebita... lálárálálállálálálá.. lálálálárilálálá... oh ca... caca... qu'é isto? Uma andorinha bébé tinha-se despegado em queda livre e rasante ao meu nariz, lá do beiral do seu telhado... Eu tenho uma andorinha, eu tenho uma andorinha, eu tenho... olhe, mãe, eu tenho... e não sabe voar e fica aqui a viver em casa... não, eu sei que ela não sabe voar, apanhei-a de cima dos meus pés... é minha! Mas não era e, passados aqueles minutos de ninho provisório em que se lhe deve ter transformado a minha mão de criança, ela queria mesmo era voar... que não, que não até que anuí e a deixei voar pela janela. Afinal, eu também não gostava de viver numa gaiola e assim me convenceu a minha paciente mãe. Entretanto, continuo à espera que uma decida fazer o ninho aqui no beiral do meu telhado. Que vá e volte..
Na história do vídeo, é o gato Zorbas que educa e cria a gaivota Ditosa ("Fortunata", em italiano). Vale a pena ver a história toda no youtube. Só deixo aqui uma pequena amostra. Acho que o conto de Luís Sepúlveda também encerra esse ideal de não-violência e paz. Também no meio escolar.

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