Às vezes, para entender, o que é necessário é pormo-nos mesmo na "pele" dos outros (parece fácil? Os "lugares-comuns" só são fáceis para quem os não vive, ou seja, não sente e/ou não pensa...). Vem isto a propósito do vídeo que aqui deixo: simples e, por isso, eficaz.
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